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Módulos bifaciais: A evolução tecnológica e a nova tendência da indústria solar

Módulos bifaciais podem render bem mais que os monofaciais, com custo de instalação cerca de 5% maior. Entenda a tendência.

Técnicos com capacete e uniforme inspecionam fileira de módulos fotovoltaicos em usina solar

Os módulos bifaciais são os mais antigos no mercado e também os que mais têm sofrido atualizações tecnológicas. De acordo com muitos especialistas, esse tipo de módulo está agora no caminho certo como a última tendência para varrer a indústria solar e logo se tornará o padrão.

Os módulos bifaciais existem desde os anos 60, mas foi o desenvolvimento da tecnologia PERC (célula traseira) que aumentou significativamente sua eficiência e criou o potencial para que eles fossem um agente perturbador no mercado fotovoltaico. A grande dificuldade que vem junto com essa previsão é o preço. Sabemos que os módulos bifaciais são mais caros, e isso se deve a inúmeros parâmetros.

Claro que, se houver um grande incentivo industrial, o grande número desse material no mercado pode reduzir o custo. Hoje temos visto um crescimento muito rápido em projetos instalados: os EUA saíram de apenas 97 MW de capacidade instalada em 2016 para quase 6 GW em 2019.

As análises de custo mostraram que o custo do equipamento e da instalação de uma planta fotovoltaica bifacial é cerca de 5% maior do que o de uma planta monofacial. Além disso, há um gasto extra com o sistema de rastreamento. Porém, o rendimento de uma planta 1T bifacial pode ser bem superior a 20%, até 35% a 39% em alguns casos, se as condições puderem ser otimizadas.

Publicado em 13 mai 2021 · Atualizado em 18 out 2026

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