Solução

Gestão de resíduos de usinas solares para EPC e O&M

Da obra à operação, toda usina tira módulos de campo: quebrados no transporte, na limpeza, no granizo ou na repotenciação. A SunR coleta e recicla esses módulos e entrega MTR, CDF e relatório de destinação de cada lote.

Quem responde pelos resíduos de uma usina solar

Pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), quem gera o resíduo responde pelo destino dele até a destinação final comprovada. Numa usina, isso vale para o EPC durante a obra e para a usina e o O&M durante a operação.

A prova é documental: o Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) em cada coleta e o Certificado de Destinação Final (CDF) emitido pelo destinador. São esses papéis que respondem a uma fiscalização, a uma auditoria do financiador ou a um relatório de sustentabilidade.

Na obra (EPC): resíduos desde a primeira entrega de módulos

A fase EPC (Engineering, Procurement and Construction) é a de maior volume de resíduos por mês. Chegam módulos quebrados no transporte, outros trincam na instalação, e sobram paletes, papelão, plástico de embalagem e pontas de cabo.

O que funciona na obra é separar na origem: módulos danificados num lote identificado, embalagens em outro, com área de armazenamento definida e coletas programadas no cronograma. Módulo quebrado que chega de fábrica também pode ser caso de garantia, e por isso o registro do lote vem antes da retirada.

A SunR cuida dos módulos. Paletes, papelão, plástico e pontas de cabo seguem o plano de gerenciamento de resíduos da obra, com destinadores licenciados para cada tipo.

Na operação (O&M): quebras, sinistros e repotenciação

Com a usina operando, o volume cai, mas não para. Módulos quebram na limpeza e na manutenção, perdem desempenho por defeito e saem de campo em quantidade depois de granizo ou vendaval. Mais adiante, vêm a repotenciação e o descomissionamento.

O risco no O&M é o acúmulo. Módulo retirado fica no pátio ou no estoque esperando volume, se degrada, ocupa espaço e continua sendo passivo no balanço ambiental. Quebrado, ainda gera tensão no sol, e o vidro trincado corta quem mexe nele. Coletas periódicas, com o mesmo padrão de documentos em todas as usinas da carteira, resolvem isso.

  • Quebras na limpeza, na manutenção e por impacto.
  • Defeitos encontrados em inspeção: pontos quentes, diodos, microfissuras.
  • Sinistros: granizo e vendaval tiram milhares de módulos de uma vez.
  • Repotenciação e retrofit: troca planejada de módulos e equipamentos.

O que a SunR faz, da construção à manutenção

Módulos no plano de resíduos

A parte dos módulos no plano de gerenciamento de resíduos da usina: como separar, armazenar e destinar, adaptada à fase do projeto. Os demais resíduos seguem com destinadores licenciados.

Segregação e armazenamento

Orientação para separar módulos por estado, paletizar com segurança e manter os lotes identificados até a coleta.

Coleta rastreada

Coletas com MTR emitido no sistema oficial, programadas junto com o cronograma da obra ou da manutenção. O frete pode ser contratado pela usina ou organizado pela SunR; muda quem assume o custo e o risco no trajeto.

Reciclagem 100% mecânica

Sem química, na unidade de Montes Claros/MG. Vidro, alumínio e cabos saem separados; o PMM, com silício e prata, segue para recuperação de metais. Mais de 80% de recuperação do módulo.

CDF e relatório de destinação

Certificado de Destinação Final, relatório do lote, com quantidades, pesos, datas e destino dos materiais, e vídeo do processo.

O passivo que já está em campo

Uma usina de 50 MWp construída em 2018 com módulos de 450 Wp, de cerca de 23 kg, tem perto de 111 mil módulos. A uma perda de 0,5% ao ano, já são cerca de 4.400 módulos fora de operação: perto de 100 toneladas, oito carretas. Com módulos maiores, que pesam até cerca de 30 kg, a tonelagem sobe. A calculadora de passivo solar faz essa conta para a sua usina.

É esse volume que a SunR recebe desde 2020, quando se tornou a primeira recicladora de painéis fotovoltaicos da América Latina: mais de 6.000 toneladas e 190.000 módulos contratados, em mais de 360 coletas. A SunR é parceira da PV CYCLE, associação europeia de reciclagem fotovoltaica, e coleta sem volume mínimo, de residências a usinas.

Tem módulos parados na obra ou na usina?

Conte quantos são, onde estão e em que estado. A SunR responde com o plano de coleta e os documentos que a sua usina vai receber.

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Perguntas frequentes

Quem é responsável pelos resíduos de uma usina solar?

O gerador, conforme a PNRS (Lei 12.305/2010): o EPC durante a obra e a usina, com o O&M, durante a operação. A responsabilidade vai até a destinação final comprovada.

Que documentos comprovam a destinação dos módulos?

O MTR de cada transporte, o CDF emitido pela recicladora e o relatório de destinação do lote.

Módulo quebrado na entrega pode ser descartado na hora?

Antes, registre o lote: módulo que chega quebrado de fábrica pode ser caso de garantia. Depois do registro, ele segue para reciclagem com MTR e CDF.

É melhor juntar volume antes de pedir a coleta?

Não costuma compensar. Módulo parado se degrada, ocupa espaço e segue como passivo. Coletas periódicas, programadas com a obra ou a manutenção, evitam o acúmulo.

A SunR destina inversores, estruturas e embalagens?

A SunR cuida dos módulos fotovoltaicos. Inversores, estruturas, cabos de campo, embalagens e sobras de obra seguem no plano de gerenciamento de resíduos da usina, com destinadores licenciados.

A SunR atende carteiras com várias usinas?

Sim. O mesmo padrão de coleta e de documentos vale para todas as usinas da carteira, o que facilita a consolidação para auditoria e relatórios ESG.

Existe volume mínimo para a coleta?

Não. A SunR coleta sem volume mínimo, de residências a usinas.

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